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Os Riscos da Escova Progressiva – Parte 2

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Os Riscos da Escova Progressiva – Parte 2: Nesse texto conseguimos entender um pouco da fibra capilar, a ação, malefícios e dicas para tratar os cabelos danificados após escovas progressivas.

escrito pela colaboradora Evelize Bratifisch, química especialista em cabelos e com comentário da consultora em Tricologia, drª Anaflávia sobre progressiva.

Um mal muito além do que vemos

O cabelo liso e brilhante é a preferência nacional, sendo assim, desejo da maioria das brasileiras.

Existem vários procedimentos para alisar as madeixas, e o mais popular é a escova progressiva, que há alguns anos foi vendida como tratamento, pois além do formaldeído também tinha a queratina em seu era composto.

Mas hoje já sabemos que como qualquer outra química, esse processo danifica o cabelo.

Então vamos entender um pouco sobre a fibra capilar e qual o mecanismo de ação das escovas progressivas.

Composição do Cabelo

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Ligações Químicas do Cabelo

O cabelo é constituído de proteínas, lipídeos, aminoácidos e água, sendo basicamente composto de queratina e de pigmentos.

No cabelo, portanto, temos: 45% de Carbono, 28% de Oxigênio, 15% de Nitrogênio, 7% de Hidrogênio e 5% de Enxofre.

A fibra capilar possui três camadas:

  • Medula – parte mais interna da fibra, acredita-se que ocorre em fios grossos e ásperos;
  • Córtex – representa 90% do peso do cabelo, ele dá força, flexibilidade, elasticidade e cor ao cabelo;
  • Cutícula – camada mais externa da fibra, funcionada como proteção ao córtex e é formada por escamas.

Quando saudável, o fio de cabelo pode ser esticado de 40 a 50% do seu comprimento sem se romper.

As fibras capilares são formadas pela queratina que é uma proteína resistente e insolúvel em água.

Entendendo a Escova Progressiva

A escova progressiva é um alisamento ácido com efeito progressivo que pode ser feito com Formol, Ácido Glioxilíco e Pro-Liss 100®.

Formol (Formaldeído) – é tóxico. O produto age no alinhamento das cutículas e assim, proporcionando aos fios um aspecto de liso, sem aspereza e brilhante.

Quando a escova progressiva com formol era vendida como tratamento, era realizado quatro aplicações periódicas, mas com alta concentração de formaldeído, apenas uma única aplicação o cabelo fica liso.

De acordo com o Cosmetic Ingredient Review a porcentagem de concentração segura para uso é de apenas 0,2% e essa quantidade não tem o poder de alisar a fibra capilar, apenas conservá-la.

Ácido Glioxílico – está proibido pela ANVISA desde 2014 sob alegação que há liberação de formol quando aquecido. Esse ácido muda a forma e torna os cabelos menos resistente.

Com o uso da chapinha tem-se o realinhamento da fibra e o formato liso dos fios.

Várias empresas estão fazendo testes para liberar seu uso, pois acredita-se que a temperatura necessária ocorrer essa liberação seja acima de 500°C, algo que não seria possível ser atingido durante o processo da escova.

O que pode gerar confusão sobre esse produto é que na Europa o uso é liberado, mas sua composição é diferente.

Sendo assim, a matéria prima de alta pureza quando aquecida, não danificam o cabelo. No Brasil, a situação é bem diferente!

A recomendação é: Não use!

Pro Liss 100® – Glyoxyloyl Carbocysteine and Glyoxyloyl Keratin Amino Acids and Water. Age na cutícula rompendo as pontes de hidrogênio e Salinas, além de promover a interconversão das pontes de cistina da superfície do fio.

Com ajuda do calor e da força mecânica, o cabelo fica liso.

Escova Progressiva: Efeitos e Resultados 

alergica-e-produzida-tricologia-cabelo-danificado-risco-escova-progressivaA escova progressiva aliada ao calor da chapinha,  promove uma reação de termo fusão entre o formol e a queratina, criando uma estrutura insolúvel em água.

Gerando deformação das cutículas e uma barreira plástica, que não permite a absorção de  água, vitaminas e ativos no córtex capilar.

Deixando as fibras ressecadas, quebradiças, com perda de elasticidade e flexibilidade.

Conselhos da Tricologista Dra Anaflavia 

“Quando o assunto é escova progressiva, todo cuidado é pouco. O que é falado por aí é apenas a ponta de um enorme iceberg.

Primeiro, porque infelizmente, algumas empresas cosméticas, adicionam o formaldeído ou ativos semelhantes em suas formulações sem descrevê-los no rótulo do produto.

Segundo, que há profissionais que fazem progressivas e vendem como cauterização, botox, mel, chocolate, flores ou pior, como tratamento capilar.

Se mesmo assim, você deseja fazer a progressiva para ter seu cabelo liso, minha recomendação é: Se você gosta de seu cabelo, por favor,  não faça!

O fato é que a escova progressiva só causa prejuízos progressivos ao cabelo, muitas vezes, não percebidos nas primeiras aplicações, sem contar que o benefício do liso fica artificial.

Você vai perder a naturalidade, o modelado e balanço que são próprios de um cabelo saudável.

Há outras formas mais saudáveis de alisar, modelar e “domar” o cabelo. Consulte um cabeleireiro que seja tricologista ou terapeuta capilar.

Ele vai te explicar em detalhes como funciona, ver as opções para chegar no resultado que você deseja e fazer o teste de mecha.

O médico tricologista apesar de não realizar o procedimento, pode avaliar, orientar e tirar suas dúvidas.”

Cuidados Pós-Progressiva

alergica-e-produzida-tricologia-cabelo-tratamentoÉ fundamental para a beleza e saúde das fibras manter o cabelo hidratado e reparado após ter feito escova progressiva.

Caso faça também coloração, essa deve ser feita primeiro, pois o PH muito alto das tinturas abre a cutícula do fio e altera o efeito da progressiva.

Além disso, já haverá deposição de pigmento na parte mais interna do fio e a progressiva age mais na superfície.

Dicas para tratar os Cabelo Pós Progressiva:

Como fazer para o efeito da progressiva durar? Como tratar um cabelo danificado por um procedimento mal feito?

Procurem nos rótulos dos produtos os seguintes componentes:

  • Óleo de Jojoba (Jojoba Oil) – funciona como doador de brilho sem deixar o cabelo com aspecto oleoso.
  • Óleo de Abacate (Persea Gratissima Oil – Avocado) – muito nutritivo, promove a maciez dos cabelos.
  • Óleo de Camelina (Camelina Sativa Seed Oil) – penteabilidade, maleabilidade e antioxidante.
  • Óleo de Noz de Macadâmia (Macadamia Nut Oil) – lubrifica e hidrata a fibra capilar.
  • Manteiga de Illiê (Shorea Robusta Seed Butter) – hidrata e recupera a fibra capilar.
  • Manteiga de Tucumã (Astrocaryum Tucuma Seed Oil) – restaura e hidrata os cabelos.
  • Manteiga de Karitê (Botyrospermum Parkii Oil – Shea Butter) – antioxidante e restaurador.
  • Óleo de Argan (Argania Spinosa Kernel Oil) – hidrata, lubrifica e restaura.
  • Amodimeticone (Amodimethicone) – reparador, formador de filme e melhora a penteabilidade.
  • Proteína Hidrolisada do Trigo (Hydrolyzed Wheat Protein) – reparador.
  • Polyquartenium 10 – reparador.
  • Polyquatenium 7 – melhora o penteado e a maciez.

Referências Bibliográficas:

  • Corrêa, Marcos Antonio. Cosmetologia Ciência e Técnica. 1 Ed. Ed. Medfarma. São Paulo, 2012.
  • Halal, John. Dicionário de Ingredientes de Produtos para Cuidados com o Cabelo. Ed. Senac. São Paulo, 2010.
  • Halal, John. Tricologia e a Química Cosmética Capilar. 5 Ed. Ed. Cengage Learning. São Paulo, 2015.
  • Garcia, Solange. Alisantes e Permanentes. Material disponível para alunos da Pós Graduação de Tricologia Cosmética. Faculdades Oswaldo Cruz, 2015.

Texto enviado pela Dra. Anaflávia Oliveira, médica e tricologista pela International of Association of Trichologists (IAT).

Clinica Médica Capilar Folyic: www.folyic.com.br

Facebook/Instagram: @folyic_tratamento_capilar 

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Os Riscos da Escova Progressiva – Parte 1

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Os Riscos da Escova Progressiva – Parte 1: Esse tema gera muita polêmica por prometer praticidade, beleza e tratamento aos cabelos a curto prazo.

Nossa consultora em Tricologia, drª Anaflávia explica em detalhes nesse texto.

As Consequências no Couro Cabeludo

Queria compartilhar um caso triste com vocês. Espero que isso ajude outras pessoas a não chegarem à mesma situação.

Em dezembro, atendi uma paciente com uma queimadura grave pós-alisamento. Feridas espalhadas por todo o couro e muita dor.

Nem preciso falar o quanto isso impactou a vida dela. E eu ali, me colocando no lugar dela, senti também seu desespero e indignação.

Conversamos muito, expliquei sobre composição dos alisamentos, as verdades do mercado de alisamentos, a ação dos ativos no couro e nos fios e suas consequências.

Não posso dizer o nome do produto, mas ele prometia ser o melhor do mundo. Alisa, trata e não tem formol. Que decepção!

Uma embalagem bem bonita que causaria desejo nas mulheres. Que decepção! No texto…

Escova Progressiva faz mal ao Cabelo?

Nossa colaboradora Evelize explicou o que é e como age a progressiva. Hoje, quero dar ênfase nas consequências e experiência clínica.

A escova progressiva significa um tipo de alisamento ácido no cabelo. Há vários componentes com essa finalidade, como por exemplo, o Formol, Ácido Glioxílico e outras patentes.

Através do calor que é associado durante o alisamento, ocorre uma fusão destas substâncias com a queratina do cabelo, deformando a cutícula e criando um filme oclusivo sobre a fibra capilar.

Abaixo, alguns Efeitos Nocivos da Escova Progressiva no couro cabeludo e nos fios:

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Ação do Formol no fio

Efeitos Nocivos da Escova Progressiva

  • Alteração de pH do Couro Cabeludo – O pH muito ácido pode causar uma queimadura química causando inflamação intensa;
  • Irritações, Dor, Coceira e Descamações no Couro Cabeludo;
  • Maior risco de Alergias e Dermatites de Contato;
  • Desidratação dos fios já que o cabelo não consegue mais absorver água;
  • Dificuldade para repor Aminoácidos e Vitaminas no cabelo;
  • Cabelos menos resistentes e mais quebradiços, ou seja, posteriormente, o cabelo não consegue absorver outros ativos de Tratamentos, Vitaminas e Água;
  • Formol – Maior risco de desenvolver Câncer em Vias Aéreas e Sistema Nervoso Central além de Alergias Graves, potencialmente fatais.

Lembre-se que os efeitos são também progressivos. É comum não haver nenhuma percepção na primeira aplicação.

Como os efeitos são cumulativos, vamos perceber as primeiras consequências após meses ou anos de aplicação.

Mas, o risco existe e ele é real e alto.

Há outras formas de alisamento para o cabelo e há 2 fatores importantíssimos que não podem ser ignorados por quem opta por esse procedimento:

O produto específico para seu tipo e estado de cabelo e o cabeleireiro que seja tricologista ou terapeuta capilar experiente que domine todas as técnicas.

Eu e outras colegas tricologistas, fazemos um trabalho de formiguinha, indo contra o que tem no mercado atual.

Aos poucos, vamos trazendo um pouco de luz nas informações divulgadas em diversos meios.

O que nos deixa feliz é saber quando alguém busca informações antes de optar em fazer o procedimento.

Ao se conscientizar, vão buscar por procedimentos que vão fortalecer e valorizar a beleza de seus cabelos, e não o contrário.

E esse número vem aumentando…

Texto enviado pela Dra. Anaflávia Oliveira, médica e tricologista pela International of Association of Trichologists (IAT).

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Dessensibilização em Alérgicos a Medicamentos

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Dessensibilização em Alérgicos a Medicamentos: A Dra. Maria Fernanda Malaman, explica o procedimento para os alérgicos a antibióticos e quimioterápicos.

Alérgicos a medicamentos podem fazer dessensibilização 

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Os medicamentos estão entre os desencadeadores de reações alérgicas mais comuns e atingem cerca de 16 milhões de pessoas no Brasil.

Além de restringir o uso do remédio que causa a alergia, outro procedimento com bons resultados é a dessensibilização.

Que consiste na administração gradativa de doses crescentes de medicamento em paciente reconhecidamente alérgico, até atingir a dose plena indicada para o tratamento.

A Dra. Fernanda, explica que o procedimento de exceção dentro das alergias a medicamentos.

Deve ser considerada somente quando o fármaco responsável é essencial ou quando não existam alternativas satisfatórias.

Ela alerta ainda que a dessensibilização está contraindicada nos casos de doenças induzidas por drogas graves ou fatais.

Indicações para o tratamento de dessensibilização:

Alguns exemplos:

  • Antibióticos em doentes portadores do vírus HIV;
  • Pacientes com câncer e que apresentam alergia à quimioterapia;
  • Gestantes com sífilis alérgicas à penicilina, entre outras.

Ela frisa que a dessensibilização é um procedimento de extremo risco, a ser feito em situações específicas:

  • Apenas o especialista em Alergia que tenha passado por treinamento deve fazer o procedimento;
  • A dessensibilização deve ser realizada em ambiente hospitalar, com equipe e equipamentos disponíveis para atendimento de reações potencialmente graves, como a anafilaxia, por exemplo;
  • Nem todos os tipos de reações podem ser dessensibilizadas e o estado de dessensibilização é transitório, ou seja, a duração é de apenas alguns dias. Não é permanente.

Não se sabe quando foi realizada a primeira dessensibilização no Brasil, porém o procedimento é usado há várias décadas no tratamento de gestantes com sífilis alérgicas à penicilina.

“Somente um alergista poderá esclarecer em relação às indicações deste tipo de procedimento.

Vários profissionais e serviços de alergia em todo o Brasil estão habilitados para avaliar cada caso e realizar a dessensibilização se realmente for necessário”.

*Dra. Maria Fernanda Malaman: Coordenadora do Departamento Científico de Alergia a Drogas da ASBAI.

*ASBAI: Associação Brasileira de Alergia e Imunologia sem finalidade lucrativa, de caráter científico.

Com objetivo de promover o estudo, discussão e divulgação de questões relacionadas à Alergologia e Imunologia Clínica.

Além da concessão de Título de Especialista em Alergia Clínica e Imunologia a seus sócios, de acordo com a Associação Médica Brasileira.

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Psoríase

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Psoríase: Uma doença da pele relativamente comum, crônica e não contagiosa. É uma doença cíclica, ou seja, apresenta sintomas que desaparecem e reaparecem periodicamente.

Causas

Sua causa é desconhecida, mas sabe-se que pode ter causas relacionadas ao sistema imunológico, genética e às interações com o meio ambiente (tabagismo, temperaturas baixas, álcool, estresse, obesidade, dentre outras causas).

O sistema imunológico alterado faz com que o ciclo de eliminação das células mortas se torne muito rápido, formando manchas espessas e escamosas na pele. Normalmente, esta cadeia só é quebrada com tratamento.

Tipos

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Existem vários tipos de Psoríase que variam com sua forma clinica e local de acometimento, os sintomas geralmente podem incluir:

  • Manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas;
  • Pequenas manchas escalonadas;
  • Pele ressecada e rachada, às vezes, com sangramento;
  • Coceira, queimação e dor;
  • Unhas grossas, sulcadas ou com caroços;
  • Inchaço e rigidez nas articulações.

Diagnóstico

O Dermatologista é o profissional adequado para fazer o diagnóstico e tratamento, que vai desde hidratantes, pomadas a base de corticoide até medicações orais nos casos mais graves.

O tratamento da psoríase é essencial para manter uma qualidade de vida satisfatória, visto que é uma doença que afeta muito a qualidade de vida dos pacientes.

É importante ressaltar, a doença NÃO É CONTAGIOSA e o contato com pacientes NÃO PRECISA SER EVITADO.

Matéria enviada pela consultora em pele, Dra. Renata de Ávila, Dermatologista – CRM: 144129. Clínica Dra. Renata de Ávila

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Dra. Renata de Ávila, Dermatologista – Consultora em Alergias de Pele

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Dra. Renata de Ávila, Dermatologista – Consultora em Alergias de Pele: Agora está no Alérgica e Produzida respondendo as maiores dúvidas sobre a pele alérgica, com dicas e matérias importantes para manter a qualidade de vida.

Apresentação:

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Graduada em medicina pela Faculdade de Medicina de Barbacena – MG. Especialização em dermatologia clínica e cirúrgica, Cosmiatria e Estética.

Sócia Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Membro do Grupo Brasileiro de Melanoma. Membro da Internacional Dermoscopy Society. CRM: 144129.

Proprietária da Clinica Dra. Renata de Ávila que realiza:

Tratamentos Clínicos:

  • Acne;
  • Alergias e Urticárias;
  • Alterações nas Unhas;
  • Alterações nos Cabelos;
  • Câncer de Pele;
  • Dermatites;
  • Foliculites;
  • Hanseníase;
  • Hiperidrose;
  • Lúpus;
  • Melasma;
  • Micose;
  • Psoríase;
  • Rosácea;
  • Vitiligo;
  • Dermatologia especial para Crianças e Gestantes.

Tratamentos Estéticos:

  • Celulite;
  • Flacidez;
  • Estrias;
  • Olheiras;
  • Peeling químico;
  • Preenchimento;
  • Toxina botulínica.

Clínica Dra. Renata de Ávila

Rua Diogo Moreira, 132 cj 210. Pinheiros/SP.

Tel: 11 4252-2254. Cel/Whats: 94004-6310.

Site: www.renatadeavila.com.br

Facebook/Instagram: @drarenatadeavila

Acompanhe a matéria da dra. Renata sobre Psoríase 

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Low Poo, No Poo, Co-Wash. O que são?

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Low Poo, No Poo, Co-Wash. O que são? Os termos mais comentados quando o assunto são os cuidados com os cabelos. São técnicas de limpeza diferentes e que depois de ler esse post, te farão prestar ainda mais atenção nos rótulos dos cosméticos capilares.

LOW POO:

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Técnica de cuidado capilar, usando shampoos livres de: Sulfatos e Petrolatos como: Parafina Líquida, Óleo Mineral, Vaselina e etc.

Nessa prática são usados shampoos com agentes de limpeza leve, que não agridam a fibra capilar. A Betaína Cocamidopropyl (Anfótero) e Sulfossuccinato de Sódio de Dioctilo, são substâncias leves, que fazem menos espuma e limpam os fios sem retirar a proteção natural do couro cabeludo.

Os Petrolatos  impedem a absorção de vários bons ingredientes contidos nos cosméticos, além de pesar os fios com uso constante.

NO POO:

Técnica capilar, que excluí o uso de todos e quaisquer shampoos e somente são permitidos uso de Máscaras, Leave-in, Condicionadores etc livres de Parafina, Petrolatos e Silicones insolúveis.

CO-WASH:

É a lavagem feita com condicionadores livres de Silicones, que visa limpar preservando a saúde e estrutura dos fios.

Aqui no Alérgica e Produzida já postei várias linhas excelentes para a prática de Low Poo, No Poo, Co-Wash.

Lauryl Sulfate, Sodium Laureth Sulfate e outras substâncias de caráter ultra-limpantes presentes nos shampoos, fazem muita espuma e além da sujeira, retiram do couro cabeludo os lipídios naturais, responsáveis pela proteção capilar.

Os termos No Poo/Low Poo, foram patenteado pela Deva e divulgadas pela cabeleireira Lorraine Massey, em seu livro Curly Girl. 

 

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Alergias: Como acontecem e quais as mais comuns

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Alergias, Como acontecem e quais as mais comuns: Uma resposta exagerada do sistema imune a substâncias, ex: alimentos, medicamentos, venenos de insetos etc.

Algumas delas podem ter o componente genético como causa maior para aparecimento, mas em outras não há uma explicação do porquê.

Em algum momento da vida, o organismo identifica determinada substância como estranha e começa a desenvolver anticorpos, desencadeando uma série de reações na resposta alérgica.

As Alergias mais Predominantesalergica-e-produzida-alergia-no-pescoco-mulher-pele

A diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Dra. Alexandra Sayuri Watanabe, conta que as reações alérgicas podem envolver qualquer parte do corpo,

mas são mais prevalentes nas vias respiratórias: rinoconjuntivites, sinusites e asma.

Podem acometer pele também: dermatites atópicas, dermatites de contato e raramente podem ser graves, chamadas de reações anafiláticas.

Entre as alergias mais peculiares podemos citar:

  • Urticária: manchas na pele vermelhas e elevadas que coçam muito;
  • Alergia ao frio e até a água: raríssima, mas já com caso descrito na literatura;
  • Sêmen.

“Há vários medicamentos que podem ser utilizados na resposta alérgica, sendo os mais conhecidos os chamados “antialérgicos”, ou anti-histamínicos.

Eles bloqueiam um receptor de uma das substâncias que são liberadas pelas células durante uma reação alérgica, agindo mais quando há lesões cutâneas, coriza, espirros, coceira na pele e no nariz, e olhos.

Dependendo da gravidade da reação, são necessários outros medicamentos, como adrenalina e corticoides”, explica Dra. Sayuri.

Sobre a ASBAI

A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia existe desde 1946.

É uma associação sem finalidade lucrativa, de caráter científico, cujo objetivo é promover o estudo, a discussão e a divulgação de questões relacionadas à Alergologia e à Imunologia Clínica, além da concessão de Título de Especialista em Alergia Clínica e Imunologia a seus sócios, de acordo com convênio celebrado com a Associação Médica Brasileira.

Atualmente, a ASBAI tem representações regionais em 21 estados brasileiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Asbai Alergia

 

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Entrevista com Cirurgião Plástico Dr. Alexandre Audi

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Entrevista com Dr. Alexandre Audi, cirurgião Plástico do Núcleo de Feridas Complexas do Hospital Sírio-Libanês e Membro da *SBPC.

Cirurgião Plástico – Dr. Alexandre Audialergica-e-produzida-entrevista-cirurgião-plástico-Alexandre-Jin-Bok-Audi-Chang-cadeira

Formado pela Faculdade de Medicina da USP-SP.

Membro da *Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBPC, especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Cirurgião plástico do Hospital da Aeronáutica de São Paulo e do Núcleo de Feridas Complexas do Hospital Sírio-Libanês.

Realizou internato médico com equivalência na conceituada Harvard Medical School em Boston.

Especialização em Microcirurgia Reconstrutiva e Reconstrução Mamária, no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

Após o término da residência médica de cirurgia geral e cirurgia plástica neste mesmo hospital.

Informações Necessárias

Que informações o paciente deve saber para escolher um cirurgião plástico?

O paciente tem de ter total confiança no profissional que irá operá-lo. É de fundamental importância conhecer a formação de seu cirurgião plástico.

Saber onde fez a faculdade de medicina e as residências médicas de cirurgia geral e de cirurgia plástica são extremamente relevantes.

São os fundamentos da formação médica e frequentemente norteiam a escolha de toda a equipe médica que participará da cirurgia.

Saber se é membro da sociedade brasileira de cirurgia plástica é também uma garantia de que o médico realmente é um cirurgião plástico.

O que o paciente deve perguntar e informar ao seu médico antes da cirurgia?

O paciente precisa explicar suas expectativas ao cirurgião plástico e ouvir atentamente as indicações cirúrgicas para o seu caso específico.

Quais os riscos cirúrgicos, cicatrização, o melhor tipo de anestesia para o seu caso específico, o tempo médio da cirurgia, período de internação e as restrições pós-operatórias.

O tempo de recuperação médio e necessidade de tratamentos de manutenção, como fisioterapia pós-operatória, por exemplo são muito importantes.

Os Risco de Alergia na Anestesia

Há possibilidade da anestesia pode provocar alguma reação alérgica? 

Sim, os medicamentos da anestesia podem causar reações alérgicas e até mesmo a anafilaxia, a reação alérgica mais grave e com maiores riscos.

A história pessoal de alergias diversas, como látex, a antibióticos, como penicilinas, anti inflamatórios, como cetoprofeno e até os frutos do mar pode nos ajudar a prevenir esse risco.

Existe a estação ou época do ano mais adequada para passar por uma Cirurgia Plástica? 

Por estarmos em país tropical, com estações pouco definidas,  costumo dizer que o melhor momento para operar é o melhor momento para o paciente.

É muito mais importante operar no momento mais tranquilo, em que o paciente poderá fazer o repouso, os tratamentos pós-operatórios com calma.

Ter paz de espírito para focar em sua recuperação é muito melhor do que operar às pressas, tendo menos tempo de recuperação, somente para operar em uma estação específica.

Desvio de Septo e Rinite Alérgica

Após a cirurgia de desvio de septo terei uma melhora da rinite alérgica?

Somente a correção do desvio de septo, não costuma melhorar a rinite alérgica.

O procedimento que melhora a obstrução pela rinite é a turbino plastia, em que se resseca ou se cauteriza o excesso mucoso dos cornetos nasais proporcionando uma melhora do fluxo de ar.

As próteses mamárias prejudicam a amamentação e a realização da mamografia?

Diversos estudos foram realizados nesse sentido que não mostraram evidências de piora na amamentação e nem nos exames de rastreamento mamários (mamografia).

Plástica Facial X Cosméticos

Quanto tempo após uma cirurgia plástica na face, está liberado o uso de maquiagem e do protetor solar?

O ideal é aguardar entre 2 a 3 semanas para voltar a usar maquiagem a depender do tipo de procedimento realizado.

O protetor solar deve ser utilizado tão logo o seu cirurgião libere, que geralmente é por volta da segunda semana da cirurgia.

É recomendado algum cosmético para o pós-operatório?

O paciente só deverá usar o que lhe for recomendado pelo médico para o seu caso específico.

Os cosméticos em geral devem ser evitados, pois as cicatrizes podem estar permeáveis e, ao se aplicar cosméticos precocemente, pode-se contaminar a ferida e aumentar o risco de irritações químicas, alergias, necroses e até infecções.

Agradeço sua entrevista ao Alérgica e Produzida!

Para finalizar, deixe algumas palavras para as leitoras?

Eu que agradeço pela oportunidade, gostaria de enfatizar que a busca pelo seu cirurgião plástico é o mais importante e sério.

Deve ser criteriosa e baseada na qualidade e na segurança, não somente nos preços. Sempre desconfie de preços baixos. Uma cirurgia plástica realizada com qualidade e segurança não tem como ser barata.

O valor de uma cirurgia plástica é a soma de todos os honorários da equipe médica e não médica, essencial para o bom andamento do procedimento.

Geralmente composta pelo cirurgião plástico principal, cirurgião plástico auxiliar ou auxiliares, médico anestesista e instrumentador. Uma boa equipe tem o seu valor!

Além disso, existem os custos hospitalares e, em algumas cirurgias, o valor dos implantes, que também são diferentes entre si.

“Quando um cirurgião plástico cobra preços muito baixos, ele está cortando algum custo importante e assim negligenciando algo que poderá comprometer a segurança e a qualidade da cirurgia.”  Dr. Alexandre Audi

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A diferença entre Antialérgico e Hipoalergênico

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A diferença entre Antialérgico e Hipoalergênico: Quem tem pele sensível ou propensa a alergias sabe que não pode usar qualquer produto.

Muitas pessoas alérgicas, não sabem onde encontrar cosméticos de higiene e beleza, que não causaram reações alérgicas ao uso.

É comum escutarmos, “esmalte antialérgico” ou “hidratante antialérgico”, quando, na verdade, é “esmalte hipoalergênico” e “hidratante hipoalergênico”.

A formulação e função desses produtos são super diferentes, mas muito comum de serem confundidas.

Entenda a diferença entre hipoalergênico e antialérgico?

Antialérgico HipoalergênicoAntialérgicos

São medicamentos (creme, pomada, comprimido ou injeção), usados para combater a alergia já estabelecida tratando as reações alérgicas.

Devem ser utilizados contra as reações alérgicas nos sintomas como: vermelhidões ou coceiras na pele.

Hipoalergênicos

São produtos livres de substâncias alergênicas (menor chance de causar alergia), indicados para prevenir o aparecimento das irritações.

Devem ser utilizados por pessoas sensíveis, sensibilizadas ou alérgicas para evitar que os sintomas apareçam.

A ANVISA considera hipoalergênicos os produtos testados em humanos nos laboratórios especializados.

No entanto não há garantias de que o produto não causará alergia em 100% das pessoas, já que cada um tem diferentes reações.

Por exemplo, para crianças e bebês os produtos são, em sua maioria, hipoalergênicos, devido a maior sensibilidade da pele deles.

O hipoalergênico previne e os antialérgicos tratam, através de uma receita médica.

Como muitas vezes os antialérgicos são cremes ou pomadas, como a maioria dos produtos hipoalergênicos, as pessoas confundem os dois tipos de produtos.

A grande parte da população acaba procurando em buscadores, na internet ou até em lojas especializadas em produtos hipoalergênicos por antialérgicos, sem saber nem mesmo da existência do termo hipoalergênico.

Por mais que hoje em dia os profissionais entendam essa confusão, é importante sabermos a diferença. “Produtos Livre de…”

Esse é outro termo usado quando se fala em produtos para alérgicos.
Hoje já se tem conhecimento de várias substâncias alergênicas comuns em vários cosméticos.

Muitas vezes são utilizadas pelo baixo custo ou pela facilidade de uso na formulação (requerem menos cuidados na hora da fabricação).

Nos consultórios médicos do Brasil, as baterias de teste de contato já são realizadas com mais de 30 destas substâncias.

No exterior a lista pode conter mais de 100 substâncias. Portanto, buscar produtos livres destas substâncias é a forma mais segura de se evitar alergias.

Bjss!! 😉

FONTE: profuse.com.br e alergoshop.com.br/alergo-blog

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Vídeo: Testes Alérgicos

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Vídeo: Testes Alérgicos! conto sobre alguns tipos de testes mais comuns para diagnosticar os causadores das alergias de pele, alimentar e respiratória.

Vídeo: Testes Alérgicos

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Nesse vídeo conto quais testes já fiz, como é feito e para qual o tipo de alergia é cada um deles.

Mostro o resultado do meu “Teste Alérgico de Contato + Bateria Cosmética” que diagnosticou minha alergia a esmaltes e quais as substâncias que não posso ter contato. me causam alergias.

Mostrei também o resultado do meu Teste de Intolerância Alimentar – Food Detective que diagnosticou quais alimentos sou intolerante.

Enfim, divido um pouco da minha experiência como alérgica.

Então, clique, assista e comente!

Aproveite e se inscreva, curta e compartilhe! Estou esperando, tá?

 Bjss!! 😉
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