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Dessensibilização em Alérgicos a Medicamentos

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Dessensibilização em Alérgicos a Medicamentos: A Dra. Maria Fernanda Malaman, explica o procedimento para os alérgicos a antibióticos e quimioterápicos.

Alérgicos a medicamentos podem fazer dessensibilização 

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Os medicamentos estão entre os desencadeadores de reações alérgicas mais comuns e atingem cerca de 16 milhões de pessoas no Brasil.

Além de restringir o uso do remédio que causa a alergia, outro procedimento com bons resultados é a dessensibilização.

Que consiste na administração gradativa de doses crescentes de medicamento em paciente reconhecidamente alérgico, até atingir a dose plena indicada para o tratamento.

A Dra. Fernanda, explica que o procedimento de exceção dentro das alergias a medicamentos.

Deve ser considerada somente quando o fármaco responsável é essencial ou quando não existam alternativas satisfatórias.

Ela alerta ainda que a dessensibilização está contraindicada nos casos de doenças induzidas por drogas graves ou fatais.

Indicações para o tratamento de dessensibilização:

Alguns exemplos:

  • Antibióticos em doentes portadores do vírus HIV;
  • Pacientes com câncer e que apresentam alergia à quimioterapia;
  • Gestantes com sífilis alérgicas à penicilina, entre outras.

Ela frisa que a dessensibilização é um procedimento de extremo risco, a ser feito em situações específicas:

  • Apenas o especialista em Alergia que tenha passado por treinamento deve fazer o procedimento;
  • A dessensibilização deve ser realizada em ambiente hospitalar, com equipe e equipamentos disponíveis para atendimento de reações potencialmente graves, como a anafilaxia, por exemplo;
  • Nem todos os tipos de reações podem ser dessensibilizadas e o estado de dessensibilização é transitório, ou seja, a duração é de apenas alguns dias. Não é permanente.

Não se sabe quando foi realizada a primeira dessensibilização no Brasil, porém o procedimento é usado há várias décadas no tratamento de gestantes com sífilis alérgicas à penicilina.

“Somente um alergista poderá esclarecer em relação às indicações deste tipo de procedimento.

Vários profissionais e serviços de alergia em todo o Brasil estão habilitados para avaliar cada caso e realizar a dessensibilização se realmente for necessário”.

*Dra. Maria Fernanda Malaman: Coordenadora do Departamento Científico de Alergia a Drogas da ASBAI.

*ASBAI: Associação Brasileira de Alergia e Imunologia sem finalidade lucrativa, de caráter científico.

Com objetivo de promover o estudo, discussão e divulgação de questões relacionadas à Alergologia e Imunologia Clínica.

Além da concessão de Título de Especialista em Alergia Clínica e Imunologia a seus sócios, de acordo com a Associação Médica Brasileira.

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Psoríase

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Psoríase: Uma doença da pele relativamente comum, crônica e não contagiosa. É uma doença cíclica, ou seja, apresenta sintomas que desaparecem e reaparecem periodicamente.

Causas

Sua causa é desconhecida, mas sabe-se que pode ter causas relacionadas ao sistema imunológico, genética e às interações com o meio ambiente (tabagismo, temperaturas baixas, álcool, estresse, obesidade, dentre outras causas).

O sistema imunológico alterado faz com que o ciclo de eliminação das células mortas se torne muito rápido, formando manchas espessas e escamosas na pele. Normalmente, esta cadeia só é quebrada com tratamento.

Tipos

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Existem vários tipos de Psoríase que variam com sua forma clinica e local de acometimento, os sintomas geralmente podem incluir:

  • Manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas;
  • Pequenas manchas escalonadas;
  • Pele ressecada e rachada, às vezes, com sangramento;
  • Coceira, queimação e dor;
  • Unhas grossas, sulcadas ou com caroços;
  • Inchaço e rigidez nas articulações.

Diagnóstico

O Dermatologista é o profissional adequado para fazer o diagnóstico e tratamento, que vai desde hidratantes, pomadas a base de corticoide até medicações orais nos casos mais graves.

O tratamento da psoríase é essencial para manter uma qualidade de vida satisfatória, visto que é uma doença que afeta muito a qualidade de vida dos pacientes.

É importante ressaltar, a doença NÃO É CONTAGIOSA e o contato com pacientes NÃO PRECISA SER EVITADO.

Matéria enviada pela consultora em pele, Dra. Renata de Ávila, Dermatologista – CRM: 144129. Clínica Dra. Renata de Ávila

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Dra. Renata de Ávila, Dermatologista – Consultora em Alergias de Pele

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Dra. Renata de Ávila, Dermatologista – Consultora em Alergias de Pele: Agora está no Alérgica e Produzida respondendo as maiores dúvidas sobre a pele alérgica, com dicas e matérias importantes para manter a qualidade de vida.

Apresentação:

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Graduada em medicina pela Faculdade de Medicina de Barbacena – MG. Especialização em dermatologia clínica e cirúrgica, Cosmiatria e Estética.

Sócia Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Membro do Grupo Brasileiro de Melanoma. Membro da Internacional Dermoscopy Society. CRM: 144129.

Proprietária da Clinica Dra. Renata de Ávila que realiza:

Tratamentos Clínicos:

  • Acne;
  • Alergias e Urticárias;
  • Alterações nas Unhas;
  • Alterações nos Cabelos;
  • Câncer de Pele;
  • Dermatites;
  • Foliculites;
  • Hanseníase;
  • Hiperidrose;
  • Lúpus;
  • Melasma;
  • Micose;
  • Psoríase;
  • Rosácea;
  • Vitiligo;
  • Dermatologia especial para Crianças e Gestantes.

Tratamentos Estéticos:

  • Celulite;
  • Flacidez;
  • Estrias;
  • Olheiras;
  • Peeling químico;
  • Preenchimento;
  • Toxina botulínica.

Clínica Dra. Renata de Ávila

Rua Diogo Moreira, 132 cj 210. Pinheiros/SP.

Tel: 11 4252-2254. Cel/Whats: 94004-6310.

Site: www.renatadeavila.com.br

Facebook/Instagram: @drarenatadeavila

Acompanhe a matéria da dra. Renata sobre Psoríase 

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Alergias: Como acontecem e quais as mais comuns

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Alergias, Como acontecem e quais as mais comuns: Uma resposta exagerada do sistema imune a substâncias, ex: alimentos, medicamentos, venenos de insetos etc.

Algumas delas podem ter o componente genético como causa maior para aparecimento, mas em outras não há uma explicação do porquê.

Em algum momento da vida, o organismo identifica determinada substância como estranha e começa a desenvolver anticorpos, desencadeando uma série de reações na resposta alérgica.

As Alergias mais Predominantesalergica-e-produzida-alergia-no-pescoco-mulher-pele

A diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Dra. Alexandra Sayuri Watanabe, conta que as reações alérgicas podem envolver qualquer parte do corpo,

mas são mais prevalentes nas vias respiratórias: rinoconjuntivites, sinusites e asma.

Podem acometer pele também: dermatites atópicas, dermatites de contato e raramente podem ser graves, chamadas de reações anafiláticas.

Entre as alergias mais peculiares podemos citar:

  • Urticária: manchas na pele vermelhas e elevadas que coçam muito;
  • Alergia ao frio e até a água: raríssima, mas já com caso descrito na literatura;
  • Sêmen.

“Há vários medicamentos que podem ser utilizados na resposta alérgica, sendo os mais conhecidos os chamados “antialérgicos”, ou anti-histamínicos.

Eles bloqueiam um receptor de uma das substâncias que são liberadas pelas células durante uma reação alérgica, agindo mais quando há lesões cutâneas, coriza, espirros, coceira na pele e no nariz, e olhos.

Dependendo da gravidade da reação, são necessários outros medicamentos, como adrenalina e corticoides”, explica Dra. Sayuri.

Sobre a ASBAI

A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia existe desde 1946.

É uma associação sem finalidade lucrativa, de caráter científico, cujo objetivo é promover o estudo, a discussão e a divulgação de questões relacionadas à Alergologia e à Imunologia Clínica, além da concessão de Título de Especialista em Alergia Clínica e Imunologia a seus sócios, de acordo com convênio celebrado com a Associação Médica Brasileira.

Atualmente, a ASBAI tem representações regionais em 21 estados brasileiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Asbai Alergia

 

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Entrevista com Cirurgião Plástico Dr. Alexandre Audi

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Entrevista com Dr. Alexandre Audi, cirurgião Plástico do Núcleo de Feridas Complexas do Hospital Sírio-Libanês e Membro da *SBPC.

Cirurgião Plástico – Dr. Alexandre Audialergica-e-produzida-entrevista-cirurgião-plástico-Alexandre-Jin-Bok-Audi-Chang-cadeira

Formado pela Faculdade de Medicina da USP-SP.

Membro da *Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBPC, especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Cirurgião plástico do Hospital da Aeronáutica de São Paulo e do Núcleo de Feridas Complexas do Hospital Sírio-Libanês.

Realizou internato médico com equivalência na conceituada Harvard Medical School em Boston.

Especialização em Microcirurgia Reconstrutiva e Reconstrução Mamária, no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

Após o término da residência médica de cirurgia geral e cirurgia plástica neste mesmo hospital.

Informações Necessárias

Que informações o paciente deve saber para escolher um cirurgião plástico?

O paciente tem de ter total confiança no profissional que irá operá-lo. É de fundamental importância conhecer a formação de seu cirurgião plástico.

Saber onde fez a faculdade de medicina e as residências médicas de cirurgia geral e de cirurgia plástica são extremamente relevantes.

São os fundamentos da formação médica e frequentemente norteiam a escolha de toda a equipe médica que participará da cirurgia.

Saber se é membro da sociedade brasileira de cirurgia plástica é também uma garantia de que o médico realmente é um cirurgião plástico.

O que o paciente deve perguntar e informar ao seu médico antes da cirurgia?

O paciente precisa explicar suas expectativas ao cirurgião plástico e ouvir atentamente as indicações cirúrgicas para o seu caso específico.

Quais os riscos cirúrgicos, cicatrização, o melhor tipo de anestesia para o seu caso específico, o tempo médio da cirurgia, período de internação e as restrições pós-operatórias.

O tempo de recuperação médio e necessidade de tratamentos de manutenção, como fisioterapia pós-operatória, por exemplo são muito importantes.

Os Risco de Alergia na Anestesia

Há possibilidade da anestesia pode provocar alguma reação alérgica? 

Sim, os medicamentos da anestesia podem causar reações alérgicas e até mesmo a anafilaxia, a reação alérgica mais grave e com maiores riscos.

A história pessoal de alergias diversas, como látex, a antibióticos, como penicilinas, anti inflamatórios, como cetoprofeno e até os frutos do mar pode nos ajudar a prevenir esse risco.

Existe a estação ou época do ano mais adequada para passar por uma Cirurgia Plástica? 

Por estarmos em país tropical, com estações pouco definidas,  costumo dizer que o melhor momento para operar é o melhor momento para o paciente.

É muito mais importante operar no momento mais tranquilo, em que o paciente poderá fazer o repouso, os tratamentos pós-operatórios com calma.

Ter paz de espírito para focar em sua recuperação é muito melhor do que operar às pressas, tendo menos tempo de recuperação, somente para operar em uma estação específica.

Desvio de Septo e Rinite Alérgica

Após a cirurgia de desvio de septo terei uma melhora da rinite alérgica?

Somente a correção do desvio de septo, não costuma melhorar a rinite alérgica.

O procedimento que melhora a obstrução pela rinite é a turbino plastia, em que se resseca ou se cauteriza o excesso mucoso dos cornetos nasais proporcionando uma melhora do fluxo de ar.

As próteses mamárias prejudicam a amamentação e a realização da mamografia?

Diversos estudos foram realizados nesse sentido que não mostraram evidências de piora na amamentação e nem nos exames de rastreamento mamários (mamografia).

Plástica Facial X Cosméticos

Quanto tempo após uma cirurgia plástica na face, está liberado o uso de maquiagem e do protetor solar?

O ideal é aguardar entre 2 a 3 semanas para voltar a usar maquiagem a depender do tipo de procedimento realizado.

O protetor solar deve ser utilizado tão logo o seu cirurgião libere, que geralmente é por volta da segunda semana da cirurgia.

É recomendado algum cosmético para o pós-operatório?

O paciente só deverá usar o que lhe for recomendado pelo médico para o seu caso específico.

Os cosméticos em geral devem ser evitados, pois as cicatrizes podem estar permeáveis e, ao se aplicar cosméticos precocemente, pode-se contaminar a ferida e aumentar o risco de irritações químicas, alergias, necroses e até infecções.

Agradeço sua entrevista ao Alérgica e Produzida!

Para finalizar, deixe algumas palavras para as leitoras?

Eu que agradeço pela oportunidade, gostaria de enfatizar que a busca pelo seu cirurgião plástico é o mais importante e sério.

Deve ser criteriosa e baseada na qualidade e na segurança, não somente nos preços. Sempre desconfie de preços baixos. Uma cirurgia plástica realizada com qualidade e segurança não tem como ser barata.

O valor de uma cirurgia plástica é a soma de todos os honorários da equipe médica e não médica, essencial para o bom andamento do procedimento.

Geralmente composta pelo cirurgião plástico principal, cirurgião plástico auxiliar ou auxiliares, médico anestesista e instrumentador. Uma boa equipe tem o seu valor!

Além disso, existem os custos hospitalares e, em algumas cirurgias, o valor dos implantes, que também são diferentes entre si.

“Quando um cirurgião plástico cobra preços muito baixos, ele está cortando algum custo importante e assim negligenciando algo que poderá comprometer a segurança e a qualidade da cirurgia.”  Dr. Alexandre Audi

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A diferença entre Antialérgico e Hipoalergênico

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A diferença entre Antialérgico e Hipoalergênico: Quem tem pele sensível ou propensa a alergias sabe que não pode usar qualquer produto.

Muitas pessoas alérgicas, não sabem onde encontrar cosméticos de higiene e beleza, que não causaram reações alérgicas ao uso.

É comum escutarmos, “esmalte antialérgico” ou “hidratante antialérgico”, quando, na verdade, é “esmalte hipoalergênico” e “hidratante hipoalergênico”.

A formulação e função desses produtos são super diferentes, mas muito comum de serem confundidas.

Entenda a diferença entre hipoalergênico e antialérgico?

Antialérgico HipoalergênicoAntialérgicos

São medicamentos (creme, pomada, comprimido ou injeção), usados para combater a alergia já estabelecida tratando as reações alérgicas.

Devem ser utilizados contra as reações alérgicas nos sintomas como: vermelhidões ou coceiras na pele.

Hipoalergênicos

São produtos livres de substâncias alergênicas (menor chance de causar alergia), indicados para prevenir o aparecimento das irritações.

Devem ser utilizados por pessoas sensíveis, sensibilizadas ou alérgicas para evitar que os sintomas apareçam.

A ANVISA considera hipoalergênicos os produtos testados em humanos nos laboratórios especializados.

No entanto não há garantias de que o produto não causará alergia em 100% das pessoas, já que cada um tem diferentes reações.

Por exemplo, para crianças e bebês os produtos são, em sua maioria, hipoalergênicos, devido a maior sensibilidade da pele deles.

O hipoalergênico previne e os antialérgicos tratam, através de uma receita médica.

Como muitas vezes os antialérgicos são cremes ou pomadas, como a maioria dos produtos hipoalergênicos, as pessoas confundem os dois tipos de produtos.

A grande parte da população acaba procurando em buscadores, na internet ou até em lojas especializadas em produtos hipoalergênicos por antialérgicos, sem saber nem mesmo da existência do termo hipoalergênico.

Por mais que hoje em dia os profissionais entendam essa confusão, é importante sabermos a diferença. “Produtos Livre de…”

Esse é outro termo usado quando se fala em produtos para alérgicos.
Hoje já se tem conhecimento de várias substâncias alergênicas comuns em vários cosméticos.

Muitas vezes são utilizadas pelo baixo custo ou pela facilidade de uso na formulação (requerem menos cuidados na hora da fabricação).

Nos consultórios médicos do Brasil, as baterias de teste de contato já são realizadas com mais de 30 destas substâncias.

No exterior a lista pode conter mais de 100 substâncias. Portanto, buscar produtos livres destas substâncias é a forma mais segura de se evitar alergias.

Bjss!! 😉

FONTE: profuse.com.br e alergoshop.com.br/alergo-blog

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Vídeo: Testes Alérgicos

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Vídeo: Testes Alérgicos! conto sobre alguns tipos de testes mais comuns para diagnosticar os causadores das alergias de pele, alimentar e respiratória.

Vídeo: Testes Alérgicos

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Nesse vídeo conto quais testes já fiz, como é feito e para qual o tipo de alergia é cada um deles.

Mostro o resultado do meu “Teste Alérgico de Contato + Bateria Cosmética” que diagnosticou minha alergia a esmaltes e quais as substâncias que não posso ter contato. me causam alergias.

Mostrei também o resultado do meu Teste de Intolerância Alimentar – Food Detective que diagnosticou quais alimentos sou intolerante.

Enfim, divido um pouco da minha experiência como alérgica.

Então, clique, assista e comente!

Aproveite e se inscreva, curta e compartilhe! Estou esperando, tá?

 Bjss!! 😉
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Cuidados com os Cílios

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Cuidados com os Cílios: percebi depois de um tempo usando máscara, alguns fios quebrados, menos volume e a raiz dolorida dos meus cílios.

Pesquisei e vi, outras mulheres também já tiveram esse problema.

Vocês já tiveram esses sintomas? Sabem como cuidar da saúde dos seus cílios? A Dra. Aline Pucci dá dicas para cuidar e manter a beleza dos cílios.

Qual a função dos cílios?

alergica-e-produzida-imagem-pixabay-ciliosEsses pelos protegem os olhos das impurezas do ambiente. A perda desses pelos aumenta o risco de doenças e lesões nos olhos.

Os cílios possuem ciclos de crescimento e queda. A queda do fio é seguida pelo nascimento de um novo pelo.

Algumas doenças infecciosas, alérgicas, autoimunes, etc podem desequilibrar esse ciclo, causando a perda temporária ou definitiva dos cílios.

Porém, a principal causa de queda de cílios é o uso inadequado das máscaras ciliares (rímel).

Mesmo ainda sem comprovação científica, acreditamos que alguns ativos utilizados nas máscaras podem causar o enfraquecimento ou queda dos pelos.

Cuide dos cílios e não abandone a maquiagem

alergica-e-produzida-imagem-pixabay-mascara-de-cilios1. Prefira Máscaras de Cílios Hipoalergênicas livres Parabenos.

O contato diário com essa substância, pode induzir uma dermatite de contato e coceira, com enfraquecimento e queda dos pelos. Podem ser nocivos, principalmente para pacientes já portadores de algum tipo de alergia.

Parabenos podem ser identificados nos rótulos como: Methylparaben, Ethylparaben, Propylparaben e Butylparaben.

2. Use Demaquilantes para a Área dos Olhos Hipoalergênicos para retirar a máscara de cílios.

Prefira os produtos sem álcool, para evitar ardor e irritação. O xampu para Blefarite também é uma boa opção.

Blefarite: doença inflamatória que ocorre nas pálpebras.

alergica-e-produzida-mulher-algodao-demaquilante-pele3. Sempre que usar Máscara à Prova D’água

escolha um demaquilante adequado para esse tipo de maquiagem.

4. Jamais durma maquiada!

O acúmulo do produto nos olhos causa obstrução da abertura dos folículos pilosos.

A obstrução pode causar o desequilíbrio no ciclo de crescimento dos cílios ou terçol.

Terçol: inflamação de glândulas localizadas nas pálpebras.

alergica-e-produzida-imagem-pixabay-cilios-posticos5. Use Cílios Postiços somente em ocasiões especiais, pois a cola fragiliza os fios naturais.

6. Tenha cuidado ao usar o Curvex.

Sempre utilizando antes de aplicar a máscara para evitar a quebra dos fios.

Mantenha o aparelho sempre limpo e troque a borrachinha de tempos em tempos.

Nunca use produtos para crescimento dos cílios sem consultar o seu médico. Algumas substâncias de uso tópico possuem bons efeitos, porém, como toda medicação, não estão livres de efeitos adversos. Procure sempre a orientação de um dermatologista.

Dra. Aline Pucci é dermatologista com especialização em dermatologia estética e consultora do blog.

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Os cuidados da Pele durante o Inverno

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Os cuidados da Pele durante o Inverno: A baixa umidade do ar provoca ressecamento da pele, e pode desencadear ou piorar uma série de Doenças Dermatológicas.

Por isso a Dra Aline Pucci, dá dicas com cuidados preventivos para pele.

A Pele no Inverno

Durante o inverno, a transpiração do corpo diminui.

Os banhos mais quentes, reduzem a oleosidade natural e o manto lipídico protetor, com perda do equilíbrio cutâneo.

Pessoas com peles sensíveis podem ter coceiras localizadas ou generalizadas, manchas e escamação provocadas pelo ressecamento da pele.

O ressecamento dos lábios podem causar, rachaduras, ardor, etc.

Uma pele saudável e bonita durante o inverno, precisa  lutar contra a perda do equilíbrio cutâneo e adotar alguns cuidados específicos.

Segredos da hidratação intensa no inverno

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Corpo – É importante caprichar na hidratação, pelo menos 1 vez ao dia.

O ideal é hidratar a pele ainda úmida até 3 minutos após o banho, aproveitando aquele vapor que fica no banheiro.

Os cremes ou loções para peles extra-secas são mais potentes e boas opções para a hidratação durante o inverno.

Ingredientes como: Ureia, Vaselina, Silicone, Óleos Vegetais, Ácido Hialurônico ou Lactato de Amônio são exemplos de ativos utilizados na formulação de hidratantes.

ATENÇÃO!!! Pessoas alérgicas ou com doenças de pele devem consultar um médico.

As peles mais sensíveis e machucadas podem não suportar, por exemplo, produtos à base de Ureia.

Rosto – Cada parte do corpo tem necessidades diferentes, por isso prefira produtos específicos para pele do rosto.

Pessoas com tendências a acne e de pele oleosa devem sempre preferir produtos Oil-Free. e que possua Vitamina C.

Os alfa hidroxiácidos ajudam manter a pele saudável e viço durante o inverno.

Lábios – A pele dos lábios é muito sensível ao frio, por isso, use várias vezes ao dia batons hidratantes ou hidrantes labiais, à base de manteigas de Karité, Cacau ou Cupuaçu.

Beber água, mantém os lábios sempre úmidos e evita rachaduras.

Evite lamber os lábios, pois a saliva evapora rápido e contém enzimas digestivas que agride a membrana que protege a boca.

Em alguns casos, pode desencadear a “dermatite do lambedor do lábio”, com escamação, vermelhidão e coceira.

Mucosa do Nariz – É outra área muito sensível e muitas pessoas apresentam fissuras com dor e sangramento.

Uma pequena quantidade de cremes cicatrizantes e hidratantes, como pomadas à base de Dexpantenol usada várias vezes nas fossas nasais evita o problema.

Pacientes com problemas respiratórios podem necessitar de auxílio médico.

Alimentos e Líquidos auxiliam a Hidratação Cutânea

Beber água é super importante e não deve ser reduzido durante o inverno.

A ingestão hídrica de um adulto saudável é cerca de 2 litros ao dia.

Chás, Sucos Naturais, Frutas, Legumes e Hortaliças devem estar no cardápio durante a estação, mesmo que o paladar queira mais os carboidratos.

Manter uma dieta balanceada em todas as estações do ano evita grande parte dos problemas de pele que podem aparecer no inverno.

A Dermatite Atópica, Dermatite Seborreica, Psoríase, Ictiose e outras afecções, tendem a piorar nesse período e necessitam de orientação médica.

Dra Aline Pucci, dermatologista e consultora do Alérgica e Produzida.

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Alergia ao Esmaltes

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Alergia ao Esmaltes: Nesse texto a Dra Aline Pucci esclarece as várias dúvidas sobre os riscos, tratamentos e sintomas dessa alergia.

Alergia ao Esmaltes

alergica-e-produzida-mao-unhas-esmalte-vermelhoÉ uma Dermatite de Contato que evolve um processo de natureza imune, marcada por uma fase de Indução (sensibilização) e uma fase de Resposta (fase de lesão).

Isso quer dizer que, a dermatite não vai surgir no primeiro contato, mas sim quando ocorrer reexposição a uma substância à qual o indivíduo foi sensibilizado.

Essa sensibilização pode levar semanas, meses ou anos, e decorre do contato repetitivo com o agente irritante. Quando a pele torna-se hipersensível, ela começa a reagir sempre que é exposta novamente àquele produto, desencadeando lesões características.

É por esse motivo que você pode ter usado esmalte por um longo período e só depois ter desenvolvido a alergia.

Manifestações Alérgicas ao Esmalte

alergica-e-produzida-mulher-alergia-nos-olhos-peleAo contrário do que muitos pensam, a Dermatite por Esmalte não costuma causar lesões nas unhas ou cutículas.

O acometimento nas bordas das unhas pode ocorrer, porém é raro, sendo mais correlacionado às unhas de porcelana ou unhas de gel.

As alterações, na maioria das vezes, surgem nas áreas mais sensíveis da nossa pele, onde levamos a mão com frequência.

Caracterizam-se por: Inchaço nos Olhos (Pálpebras), Descamação, Vermelhidão e Coceira no Pescoço, Lábios e Orelhas. O Rosto é, sem dúvida, o local mais atingido.

 Os Vilões Alergênicos

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Muitas substâncias são utilizadas na composição dos esmaltes, incluindo diferentes Resinas, Solventes, Diluentes e Corantes. Todas elas podem ser irritantes.

Entretanto, o principal vilão para as nossas unhas e, principalmente, para os pacientes alérgicos, é o Formaldeído, ou, especificamente, a Resina Toluenossulfonamida-Formaldeído (TSFR), presente em muitas marcas de esmaltes brasileiros.

Sua função é aumentar o brilho e aderência, e contribuir para que o esmalte dure mais tempo na unha. Entretanto, traz alguns inconvenientes.

A combinação do Tolueno (solvente) com o Formaldeído demonstrou ser o principal indutor de Dermatite de Contato Alérgica a EsmaltesOutro irritante que merece destaque é o Dibutilftalato (DBP). Trata-se de um plastificante utilizado para proporcionar maior durabilidade e também uma porcentagem de brilho.

Assim como o Formaldeído, é correlacionado à alergia e a uma série de efeitos nocivos a nossa saúde e, por isso, observa-se uma tendência mundial a retirar essas substâncias do mercado. O Formaldeído, por exemplo, já está Proibido nos Estados Unidos, Canadá e alguns países da Europa.

A legislação brasileira ainda não às proíbem no esmalte, se utilizadas nas concentrações recomendadas pela Anvisa.

Os Corantes, principalmente os Vermelhos, também são indutores de alergia, assim como alguns materiais de carga especial que são utilizados para conferir iridescência ao esmalte (propriedade que permite refletir as cores, o famoso “fruta-cor”).

Escamas de peixe de Guanina ou Flocos de Dióxido de Titânio revestido com Mica são exemplos de substâncias alergênicas presentes nos esmaltes Perolados e Cintilantes.

Tratando a Alergia

A conduta ideal ao perceber reação alérgica ao uso de esmalte é removê-los das mãos e dos pés, suspender o uso, inclusive das bases habitualmente utilizadas.

É imprescindível procurar ajuda médica, nesse caso, de segmento dermatológico, já que as lesões costumam atingir o rosto, região mais propensa aos efeitos colaterais dos Corticoides Tópicos.

É comum o profissional solicitar ao paciente fazer o Teste de Contato ou Patch, que aponta os componentes presentes nos produtos cosméticos provocam tais reações alérgicas. 

As Lesões são tratadas, em geral, com cremes a base de Cortisona e Hidratação. Antialérgicos Orais também fazem parte da abordagem.
As indústrias Cosméticas e Dermatológicas têm trabalhado de forma incansável na busca de soluções e alternativas para os pacientes alérgicos.

Desses esforços nasceram os primeiros Esmaltes Hipoalergênicos, os “3free” (esmaltes produzidos sem a presença das três principais substâncias indutoras de alergia: Tolueno, Formaldeído e Dibutilftalato).

Atualmente, podemos encontrar, Esmaltes Hipoalergênicos 4free, 5free, 7free e Esmaltes Vegan’s (Livres de ingredientes de origem animal).

É recomendável que os pacientes alérgicos procurem a composição no no rótulo ou maiores informações através dos sites das empresas. 

Referência BibliográficaSAMPAIO SPA, RIVITTI EA. Dermatologia. 3o ed. São Paulo: Artes médicas; 2008. 

WOLFF K, GOLDSMITH LA, KATZ SI, et al. Fitzpatrick’s Dermatology in General Medicine. 7th ed. New York: MacGraw Hill; 2011. 

BARAN R. Mitos e Sinais das Unhas – Scientific American BrasilDra Aline Pucci – Dermatologista.

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