close

Tricologia

AlergiasTricologia

Low Poo, No Poo, Co-Wash. O que são?

alergica-e-produzida-Low-Poo-No-Poo-Co-Wash-lavando-cabelos

Low Poo, No Poo, Co-Wash. O que são? Os termos mais comentados quando o assunto são os cuidados com os cabelos. São técnicas de limpeza diferentes e que depois de ler esse post, te farão prestar ainda mais atenção nos rótulos dos cosméticos capilares.

LOW POO:

alergica-e-produzida-mulher-prateleira-de-cremes-cosmeticos

Técnica de cuidado capilar, usando shampoos livres de: Sulfatos e Petrolatos como: Parafina Líquida, Óleo Mineral, Vaselina e etc.

Nessa prática são usados shampoos com agentes de limpeza leve, que não agridam a fibra capilar. A Betaína Cocamidopropyl (Anfótero) e Sulfossuccinato de Sódio de Dioctilo, são substâncias leves, que fazem menos espuma e limpam os fios sem retirar a proteção natural do couro cabeludo.

Os Petrolatos  impedem a absorção de vários bons ingredientes contidos nos cosméticos, além de pesar os fios com uso constante.

NO POO:

Técnica capilar, que excluí o uso de todos e quaisquer shampoos e somente são permitidos uso de Máscaras, Leave-in, Condicionadores etc livres de Parafina, Petrolatos e Silicones insolúveis.

CO-WASH:

É a lavagem feita com condicionadores livres de Silicones, que visa limpar preservando a saúde e estrutura dos fios.

Aqui no Alérgica e Produzida já postei várias linhas excelentes para a prática de Low Poo, No Poo, Co-Wash.

Lauryl Sulfate, Sodium Laureth Sulfate e outras substâncias de caráter ultra-limpantes presentes nos shampoos, fazem muita espuma e além da sujeira, retiram do couro cabeludo os lipídios naturais, responsáveis pela proteção capilar.

Os termos No Poo/Low Poo, foram patenteado pela Deva e divulgadas pela cabeleireira Lorraine Massey, em seu livro Curly Girl. 

 

Veja Mais
AlergiasTricologia

Intolerância ao Glúten causa Queda de Cabelo

alergica-e-produzida-mulher-pente-cabelos

Intolerância ao Glúten causa Queda de Cabelo! Começou a perceber que seus cabelos estão caindo, sem volume, fracos, ressecados ou crescem muito devagar?

… A causa pode ser a ingestão de Glúten!      
alergica-e-produzida-cabelos-mulher-maos

Caso tenha restrições ao glúten, fique atento também a saúde de seus cabelos.

Participo intensivamente em grupos de estudos sobre Tricologia e, percebo o quanto essa condição pode afetar além da pele, também os cabelos – Alopecias.

Mais que a população normal, nesses pacientes podem ocorrer:

Eflúvio Telógeno:  Queda difusa do cabelo por alguma deficiência Nutricional causada pela alteração da parede intestinal devido a presença do glúten;

Alopecia Areata ou Pelada: Placas de alopecia no couro cabeludo.de origem autoimune.

Doença Celíaca

Na população normal, os casos dessa Alopecia são em torno de 0,7 à 1%, já nos Celíacos este número sobe para 3.8%.

Apesar dos avanços nos estudos, sua patologia não foi toda desvendada e pesquisas avançam para novas descobertas sobre essa condição que afeta muito a qualidade de vida das pessoas.

Nas últimas décadas estudos mostraram a Doença Celíaca como doença relativamente comum, que atinge cerca de 1 à 2 % da população, podendo iniciar na fase adulta.

Apresentando quadros leves, quadros clássicos, sintomas extra intestinais e assintomáticos.

Quadros Leves: muitos chegam ignorar os sintomas por desconhecerem ter a doença.

Quadros Clássicos: com Diarreia, Fezes Gordurosas, Desnutrição, etc.

Sintomas Extra Intestinais: pode afetar o Pâncreas, Pele, Mucosas, etc.

Assintomáticos: não apresenta sintoma algum, por isso, com diagnóstico difícil.

*Doença Celíaca: DC

A resposta do organismo a inflamatória ao glúten frequentemente provoca  danos a muitos outros tecidos do corpo, especialmente os de origem autoimune.

A relação entre DC e a Alopecia Areata

Pesquisas italianas publicadas recentemente mostram que a DC e a Alopecia Areata estão associadas, pois, ambas têm origem autoimune.

Nos intolerantes ao glúten há alteração da permeabilidade da mucosa intestinal, levando ao aumento na absorção de várias substâncias capazes de desencadear uma reação imunológica, causando a Alopecia Areata.

*autoimune: desregulação de “Linfócitos T”;

*várias substâncias: Antígenos;

*Alopecia Areata: formação de anticorpos com a capacidade de destruir o folículo piloso.

Durante a pesquisa, notaram que o grupo de pacientes sem resposta ao tratamento tradicional da Alopecia, meses após adotarem a dieta livre de glútencomeçaram a *repilar, que mostra a forte relação entre as duas condições.

Ainda existem divergências quanto esta associação, pois outros estudos mostraram alguns pacientes sem resposta a dieta livre de glúten.

*Repilar: Crescimento de fios no couro cabeludo;

Não sabemos dizer o porquê das diferentes respostas nos estudos.

Porém devemos considerar a justificativa para iniciarmos a pesquisa de DC em pacientes portadores de AA e, pensar na possibilidade de adotarem uma dieta sem glúten.

Texto enviado pela Consultora Tricologia, Dra Anaflávia Oliveira  

Referências Bibliográficas:

  • J. Paediatr. Child Health (2003) 152–154: Coeliac disease and alopecia areata in childhood.

S FESSATOU, M KOSTAKI and T KARPATHIOS Second Department of Pediatrics, ‘P & A Kyriakou’, Children’s Hospital and Second Department of Pediatrics, University of Athens, Athens, Greec;

  • Alopecia areata and Coeliac Disease: No Effect of a Gluten-Free Diet on Hair.

Growth Maria Teresa Bardellaa Roberta Marinoa Mauro Barbareschib Fernando Bianchib Giovanni Fagliac Paolo Bianchia aIstituto di Scienze Mediche.

bIstituto di Scienze Dermatologiche e cIstituto di Scienze Endocrine, IRCCS Ospedale Maggiore, Università di Milano, Italia  Received: August 4, 1999;

  • Celiac Disease and DermatologicManifestations: Many Skin Clue to Unfold Gluten-Sensitive Enteropathy.

Marzia Caproni,1 Veronica Bonciolini,1 Antonietta D’Errico, Emiliano Antiga,1, 2 and Paolo Fabbri1.

Division of Dermatology, Department of Medical and Surgical Critical Care, University of Florence, 50129 Florence, ItalyDepartment of Clinical Physiopathology, University of Florence, 50139 Florence, Italy;

  • J. Paediatr. Child Health (2003) 152–154: Coeliac disease and alopecia areata in childhood  S FESSATOU, M KOSTAKI and T KARPATHIOS Second Department of Pediatrics, ‘P & A Kyriakou’, Children’s Hospital and Second Department of Pediatrics, University of Athens, Athens, Greece;

Referências Bibliográficas:

  • Celiac disease: Luis Rodrigo, Gastroenterology Service, University Hospital Central Asturias, Oviedo, Spain  Service, Hospital Universitario Central de Asturias, c/ Celestino Villamil s. nº. 33.006. Oviedo, Spain;
  • Current Concepts of Celiac Disease Pathogenesis: DETLEF SCHUPPAN  First Department of Medicine, University of Erlangen-Nuernberg, Erlangen, Germany;
  • Issues related to gluten-free diet in coeliac disease: Riccardo Troncone, Renata Auricchio and Viviana Granata Department.

Of Pediatrics and European Laboratory for the Investigation of Food-Induced Diseases, University Federico II, Naples, Italy  Department of Pediatrics and European Laboratory for the Investigation of Food-Induced Diseases, University;

  • Alopecia areata and Coeliac Disease: No Effect of a Gluten-Free Diet on Hair  Growth Maria Teresa Bardellaa Roberta Marinoa Mauro Barbareschib Fernando Bianchib Giovanni Fagliac Paolo Bianchia aIstituto di Scienze Mediche, bIstituto di Scienze Dermatologiche e cIstituto di Scienze Endocrine, IRCCS Ospedale Maggiore, Università di Milano, Italia  Received: August 4, 1999.
Veja Mais
AlergiasTricologia

Alergias causadas por Químicas Capilares

alergica-e-produzida-cuidados-cabelos-alergias-couro-cabeludo-mulher

Alergias causadas por Químicas Capilares: Estão cada vez mais frequentes. Mas nesse texto a Drª Anaflávia Oliveira, a Tricologista esclarece as dúvidas.

Dermatites no Couro Cabeludo por Química
alergica-e-produzida-cuidados-cabelos-alergias-coceira-couro-cabeludo-mulher As pessoas ficam bem confusas quando o assunto são irritações no couro cabeludo após uso de produtos químicos capilares.

Um couro cabeludo com Dermatite (Eritema, Descamação, Prurido ou Ardor) após o uso de algum produto nem sempre pode ser enquadrado como uma alergia a algum componente do produto.

Vejam  esses casos:

Caso 1: Paciente apresentou um quadro de inflamação minutos ou horas após aplicação de um relaxante a base de Hidróxido de Amônio.

Caso 2: Paciente acostumada a utilizar coloração que contendo PPD, também desenvolveu uma inflamação no dia seguinte.

Podemos pensar que nos 2 casos as pacientes tiveram o mesmo problema, certo? Nem sempre.

Após analisar os casos, verifiquei que a paciente 1 provavelmente tivera uma DCIP, pois produtos com Hidróxido Amônio apresentam pH bem mais alto que o pH do couro cabeludo ph 9-12, e dependendo da concentração utilizada, o Hidróxido Amônio pode causar uma “queimadura química”  em contato com o couro cabeludo.

Agora, a paciente 2 provavelmente apresentou uma DCA, já que produtos contendo PPD, componente de alto poder Alergênico, como: Colorações, Tatuagens de Henna, apresentam  maior risco de desencadear Alergias (Resposta Imunológica em  torno de 5 -10% da população).

Certeza do Diagnóstico

Porém, para ter certeza, é necessário realizar uma Anamnese detalhada, Teste de Contato, Exame Físico e Exames Laboratoriais, para descobrir a causa, pois caso contrário haverá recidivas se o ativo for utilizado novamente.

Lembrando que um mesmo produto contém várias substâncias que podem causar tanto DCA quanto DCIP. Em ambos os casos o tratamento é semelhante e pode demorar de semanas a meses.

Alguns medicamentos são prescritos por médicos como os: Corticoides tópicos ou orais, Antibióticos (caso haja infecção associada), Anti-Inflamatórios e Cicatrizantes em loções e produtos cosméticos.

PPD: Parafenilenodiamina

DCA: Dermatite Alérgica

DCIP: Dermatite  de Contato por Irritante

¨A cabeleira agradece…¨

Texto enviado pela Tricologista e consultora, drª Anaflávia Oliveira.

Bjss!! 😉

Veja Mais
AlergiasTricologia

Cuidados com os Cabelos durante o Verão

alergica-e-produzida-alergias-cabelos-na-praia-castanhos-ruivos-mulher

Cuidados com os Cabelos durante o Verão: Manter a saúde e beleza dos cabelos sem abrir mão da piscina, sol e mar é desafiador!

Mas a matéria da Drª Anaflávia Oliveira, Tricologista está recheada de …

…Dicas para cuidar dos cabelos neste verão

alergica-e-produzida-triste-danificado-cabelo-mulher

  • Em caso de exposição solar mais intensa, passe Protetor Solar  de uma boa marca profissional nos fios. Você pode encontrar em Leave-in, Óleos e Silicones. Eles fazem um filme evitando desidratação e alteração da cor dos fios.
  • Após sair da piscina ou do mar, lave seu cabelo em  água doce. Caso não volte mais para água, já lave bem o cabelo com Xampu Anti Resíduo  e enxague em água doce,  pois ajuda remover o sal e outros resíduos do cabelo que também podem danificar ou alterar a cor do cabelo.  Na segunda lavagem, lave com Xampu Hidratante  e aplique Máscaras ou Ampolas Hidratantes e deixe agir por 20 minutos (1 x semana) até a recuperação dos fios.
  • Esqueça água quente. Lavar o cabelo com água quente desidrata o cabelo deixando-o mais seco.  Prefira água fria ou morna.
  • Não melhorou com essas medidas? Provavelmente, você  já apresenta um dano capilar significante. Procure um bom profissional para tratamentos específicos para seu cabelo.

Importante!!! 

Nunca passe e deixe Creme Hidratante nos fios sem lavá- los  em água doce, principalmente se  for permanecer no sol por mais tempo.

Como Analisar seus fios? 

alergica-e-produzida-exame-cabelo-mulherEstá aí uma condição difícil de encontrar tanto em homens quanto em mulheres, cabelos normais.

Isso se dá pelo fato de morarmos em um país tropical (Suor, Sol, Mar, Piscina), não termos os cuidados que nossos cabelos exigem e as mulheres, principalmente, adorarem cabelos coloridos ou modificados de alguma forma.

Mas, quer saber se tem um cabelo impecável e digno de inveja? Então, leia e compare se seus cabelos possuem algumas ou todas as características listadas abaixo de um cabelo saudável:

Características de um cabelo saudável

– Couro Cabeludo: Ausência de Descamação, Vermelhidão, Irregularidades, Coceira, Dor ou Formigamento.

*Oleosidade Normal geralmente ocorre em 2 dias após a lavagem.

– Cabelo:  Fio hidratado (liso e macio) da raiz até as pontas, brilho uniforme em todo o cabelo, boa elasticidade (não quebra fácil ao esticar levemente o fio), boa penteabilidade (não embaraça facilmente), poucas pontas duplas.

Seu cabelo é assim? Parabéns! Você cuida bem de seu cabelo!

Agora, só não pode relaxar, hein!

Mantenha sempre os cuidados para mantê-los Saudáveis, Hidratados e Brilhantes.

¨A cabeleira agradece…¨

Texto enviado pela Tricologista e consultora, drª Anaflávia Oliveira.

Bjss!! 😉

Veja Mais
AlergiasTricologia

Entrevista com Tricologista: Anaflávia Oliveira

alergica-e-produzida-entrevista-dermatologista-tricologista-dra-anaflavia-de-oliveira

Entrevista com Dermatologista especialista em Tricologia: Anaflávia Oliveira graduada pela UNIRG – TO e International of Association of Trichologists (IAT).

Tricologista – dra. Anaflávia Oliveira

alergica-e-produzida-entrevista-dermatologista-tricologista-dra-anaflavia-de-oliveiraSempre atualizada no que ocorre no mundo técnico-científico, possui uma rica **bagagem acadêmica, com Cursos de Pós Graduações, Certificações, Estágios, dentro e fora do Brasil onde é Membro de Associações de Medicina Estética, Laser, Dermatologia e Tricologia.

Além de Lecionar em Cursos de Pós Graduação em São Paulo e Goiás. Nascida em Goiás se mudou para São Paulo para estudar Dermatologia, onde mantém seu consultório.

Diferença entre Pele Alérgica e Pele Sensível

AeP: Existe diferença entre Pele Alérgica e Pele Sensível? 

Para responder essa pergunta, precisamos diferenciar 2 condições semelhantes, mas que são diferentes. 

A pele Alérgica é uma pele que tem reação inflamatória-irritativa (vermelhidão, descamação, dor e/ou prurido) a uma determinada substância.

Já a pele Sensível é uma outra condição que também provoca uma reação inflamatória-irritativa na pele ao utilizar determinados produtos. 

Mas, aqui a causa não é alergia em si, mas sim uma irritação causada por produtos com substâncias de alto poder irritativo ou altas concentrações em uma pele mais fina, mais reativa, menos protegida ou seja, geneticamente “mais frágil”. 

AeP: Como diferenciá-las?

Como as lesões clínicas são praticamente idênticas, é necessário uma avaliação minuciosa e exames laboratoriais para diferenciar essas 2 condições.

Com o diagnóstico correto, podemos entender quais os ativos indicados e quais os contra-indicados.

AeP: Há uma estação ou época do ano que ficamos mais suscetíveis a reações alérgicas ou sensibilidade da pele?

A alergia pode acontecer em qualquer tipo de pele e em qualquer estação do ano, basta a pessoa entrar em contato com essa substância, a qual é alérgica.

As peles Sensíveis, com por exemplo: Rosácea, Dermatite Atópica, Pele Desidratada e etc, devem redobrar o cuidado durante o inverno, pois a pele tende a perder sua capacidade de proteção quando fica desidratada e, nestes casos, a incidência das reações piora com o frio e em regiões secas.

Sintomas de uma reação alérgica

AeP: Quais sinais ou sintomas para perceber possível uma reação alérgica?

Se ao utilizar um produto cosmético, notar que a pele está ficando sensível, irritada, inchada, coçando ou surgindo “pontinhos vermelhos ou amarelos” fiquem atentos, pois todos são sinais de reações inflamatórias da pele que precisam ser investigadas as possíveis causas.

Procure um bom médico para fazer o diagnóstico correto e iniciar um tratamento específico.

Alguns casos, terão cura definitiva, outros casos se tornarão recorrentes, nestes casos, podemos diminuir as recorrências e a intensidade das reações.

AeP: Tem alguma dica para tentar evitar uma alergia ou sensibilidade?

Dica: Nas 2 situações, a utilização de produtos com vários ativos sintéticos, aditivos químicos como corantes, espessantes e conservantes artificiais devem ser evitados.

Eles apresentam um poder irritativo maior quando comparado aos produtos naturais/orgânicos.

Lembrando que os produtos naturais não são isentos de reações irritativas, mas a chance diminui bastante quando utilizamos um produto de qualidade provenientes de empresa confiável e aplicação da forma correta. 

AeP: Conte alguns cuidados com a pele para incluir em nossa rotina diária?

Ao acordar, lave o rosto com um sabonete facial indicado para sua pele (Oleosa, Sensível, Alérgica e etc), depois de enxugar, aplique um bom Tônico Facial que irá remover as impurezas que o sabonete não consegue retirar e principalmente para equilibrar o pH da pele.

A maioria dos sabonetes tem um pH diferente da pele e isso prejudica o Metabolismo Celular. O tônico restabelece esse equilíbrio, após o tônico, toda pele necessita de no mínimo um Creme que tenha Ativos Hidratantes e Protetor Solar.

Mas, dependendo da idade, características da pele e desejo do paciente, é necessário também a introdução  de Ativos Anti-Oleosidade, Anti-Aging, Antioxidantes, Calmantes e Clareadores.

A Tricologista, drª Anaflávia deixou um recadinho:

Se quisermos ter uma pele bonita, vamos ter trabalho sim e para o resto da vida, rs.  Minha pele também fica diferente se viajo o fim de semana e esqueço de levar meus produtos de cuidados diários.

Porém, o melhor disso é ter prazer e amar cuidar de nossa pele e nosso corpo.

Referências Bibliográficas: 1- Tratado de Dermatologia, Fitzpatrick; 2- Ativos Dermatológicos, Valéria Maria de Souza & Daniel Antunes Junior, Vol.8; 3- Pele – Maria Inês – Estrutura, propriedades e envelhecimento;

Histórico Acadêmico

Drª Anaflávia Oliveira: Pós graduada em Dermatologia  e Cirurgia Dermatológica pela Faculdade de Medicina Souza Marques.

Pós Graduada em Medicina Estética pela Associação Internacional de Medicina Estética, Certificada e Membro Internacional em Tricologia pela International Association of Trichologists / AIT – Austrália e EUA.

Membro da Academia Brasileira de Tricologia – ABT  e da Associación Argentina de Tricologia- AATRI.

Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética (SBME), Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC).

Estágio no Centro Dermatológico Estético em Alicante – Espanha / 2012, Professora da Pós Graduação em Tricologia na Universidade Anhembi-Morumbi/SP.

Professora da Pós Graduação em Tricologia nas Faculdades Osvaldo Cruz/SP, Professora da Pós Graduação em Tricologia no Instituto ELIGO/GO.

Clínica Folyic                     

Edifício New Office Center
Avenida: Lavandisca, 741 Moema –  conjunto 25. São Paulo/SP Telefone: (11) 3864 – 3967

Site: www.draanaflavia.com.br                                          Facebook: https://www.facebook.com/groups/draanaflavia/        Email: contato@draanaflavia.com.br

Bjss!! 😉

Veja Mais